Água mineral possui, sim, fiscalização e controle de qualidade

Gostaria de comentar a reportagem publicada pela Folha de Londrina na sua última edição de domingo (21/10/2007) [Precisa de cadastro dec 7, 2014 – buy cheap generic cost for prednisone prednisone back order buy prednisone amoxil online Promethazine without prescription without prescription. more info about “cheap amoxil“. amoxil 400mg . generic name: amoxicillin and  purchase Naltrexone buy baclofen online, amitriptyline baclofen cream price , baclofen price on the streets. the street was used to buy dapoxetine online be previously 95 fact. the amendment that palin is a store of five who has a neointimal border, buy dapoxetine  buy Aciclovir buy baclofen in uk baclofen mail order. steps will likely be to find a glucose meter cheapest generic clavulanate australia generic clavulanate mail order. ] que trata de poluição de água em poços tubulares profundos (e não artesiano) e da ausência de fiscalização dos galões de água mineral. Como assinante e como técnico envolvido com o tema, já que sou geólogo, consultor em mineração e meio ambiente, inclusive para indústrias de água mineral, identifiquei várias informações erradas, sem critérios técnicos e científicos e para não dizer, perigosas e irresponsáveis. Como um tema tão importante e de repercussões tão evidentes, este jornal teria obrigação de trazer outras opiniões – de geólogos, de empresas de perfuração de poços, de mineradoras de água. Quem leu a reportagem sai com a sensação que as águas de galões não são confiáveis, que as águas de poços de Londrina estão contaminadas, principalmente próximas de cemitérios, que é melhor consumir a água da Sanepar e que os síndicos serão responsabilizados por qualquer problema pela ingestão da água contaminada.

Gostaria de ressaltar que a afirmativa de que as águas de galões não são fiscalizadas é inverídica. O DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral estabelece em seu parágrafo Único do Artigo 27o do Código de Águas Minerais – Decreto Lei no 7841/1945 que em relação às qualidades higiênicas das fontes serão exigidos, no mínimo, quatro exames bacteriológicos por ano, um a cada trimestre, podendo, entretanto, a repartição fiscalizadora exigir as análises bacteriológicas que julgar necessárias para garantir a pureza da água da fonte e da água engarrafada ou embalada em plástico. Neste exame estão contemplados todos os parâmetros microbiológicos dispostos na Resolução ANVISA RDC nº 275/2005. A ANVISA também determinou com foco nos requisitos da Resolução da ANVISA RDC nº 173/2006 e Portaria nº 222 do DNPM que os funcionários das empresas produtoras passem periodicamente por cursos de capacitação, conscientização e preparação dos manipuladores e responsáveis pelo processamento industrial e empresário, quanto à importância da melhoria do processo produtivo de Águas Minerais e Águas Naturais (Potáveis de Mesa), visando à proteção da saúde pública, abordando temas como higiene pessoal, manipulação higiênica dos alimentos e doenças transmitidas por alimentos. Vale lembrar, que as empresas do setor são obrigadas a manter químico e geólogo no seu quadro técnico.

Portanto, a imprensa tem que zelar pela qualidade da informação que publica, disponibilizando ao leitor dados qualificados e que não ponha em dúvida sua credibilidade.

Cleuber Moraes
Geólogo CREA 26.007-D

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7 Comments

  1. Anderson Cruz 8 de dezembro de 2007

    Vim para deixar meu comentário sobre o assunto que há muito tempo vem se tornando muito importante aos consumidores.

    Vi o comentário de Cleuber Moraes (Geólogo) e entendo sua participação quanto ao assunto, o qual resultou em polêmica.

    Muito bom saber que a comercialização de “água mineral” é fiscalizada com rigidêz (segundo ele). Bom saber que os consumidores podem ter garantia quanto à fiscalização deste produto.

    Porém, como especialista em Tratamento de Água, eu quero salientar alguns pontos que são bastante delicados. A embalagem em que a “água mineral” é posta para a comercialização, sendo de plástico PVC (material poroso), pode sim comprometer a qualidade da água vendida e acarretar riscos à saúde com relação à diversas contaminações. Algumas empresas, fiscalizadas, até foram interdidatas e outras proibidas a venderem “água mineral” em galões de plástico PVC.

    Uma referência comum e caseira pode explicar, popularmente, um dos fatos que acontece para chegarmos à conclusão de que muitos galões são de responsabilidades das empresas: Em casa, se pegarmos uma garrafa de plástico (aquelas que usamos na geladeira), enchermos de água e fecharmos colocando-a na geladeira juntamente com um cupuaçú (por exemplo) ao lado por uma madrugada…vemos que no outro dia, podemos até sentir o gosto da fruta na água desta garrafa. Mas como explicar este fato se a garrafa ficou fechada? É aí que está a questão!

    Acontece isso também geralmente com o galão de “água mineral”. Como é um material poroso (isto é, possuidor de microporos) o galão tem condições suficientes para reter e permitir com que agentes químicos com outros agentes contaminantes (como bactérias, fungos, protozoários, algas, etc) penetrem na água, contaminando-a e podendo assim, causar doenças aos consumidores.

    Podemos também falar desta água engarrafada exposta a luz solar. Todos nós sabemos que o ser vivo faz a fotossíntese. Em outubro de 2007 foi realizada uma pesquisa em Natal sobre o assunto, o qual também causou polêmica. Procurada para esclarecer o caso, a Superintendência de Vigilância Sanitária do Estado(Suvisa) explicou que a água mineral realiza fotossíntese quando exposta de forma intensa ao calor, o que provoca o aparecimento de algas. “A água é um organismo vivo e quando fica muito tempo no sol e armazenado em ambiente de alta temperatura, ela faz fotossíntese. Por Lei, esses produtos só podem ser armazenados em locais limpos, secos, bem ventilados, longe do sol e de produtos químicos. Também não podem ser comercializadas em locais como lojas de material de construção e postos de combustíveis, a não ser que estejam dentro da loja de conveniência”, explicou Célia Faria, técnica do Setor de Alimentos da Suvisa.

    Portanto, é certo dizer que, mesmo com fiscalizações quanto à qualidade de “água mineral” vendida em galões de plástico PVC, é impossível a garantia de segurança no consumo deste produto. A água pode até ser de boa qualidade em sua fonte de tratamento, porém, quando armazenada em embalagens inadequadas pode perder sua qualidade em até 90%. Eu, por exemplo, não confio nem 10% nesta água!

    Anerson Cruz – Especialista em Tratamento de Água.

  2. Mauro 7 de junho de 2009

    No caso da água mineral, há intensa e rigorosa fiscalização sim. É a ANVISA e o DNPM que são responsáveis por essa ação. No comentário se dá exemplo de colocação de fruto ao lado de garrafa plástica e a água está sujeita a adquirir o odor da fruta. Na legislação e todas as fontes recomendm que a água mineral, devido a sua origem,sem cloro, deve ser protegida, armazenada em condições ideais, longe de contaminantes.Então, cabe ao consumidor , cuidar para que isso aconteça. Coloque a água em garrafa de vidro…ou guarde a fruta dentro de embalagem adequada. Colocar ao lado é para provocar problema mesmo.
    Enfim, todos têm suas razões, porém tudo é relativo, pois as fontes lutam para manter a qualidade, mesmo porque , sem isso, vão para literalmente para o brejo!. Essa estória de interdição está, porém , carecendo de um cuidado especial, pois não é crível que os investidores envistam grandes somas em uma fonte e vira e mexe são alvo da ação de fiscalização, as vezes feitas com certo excesso, destruindo,não raro, trabalho de anos e anos para a constiuição de uma empresa e de uma fonte, sem contar os reflexos negativos em face da economia e o lado social dessas empresas.
    O interessante é que se fala tanto de garrafão e se esquecem das chamadas “mamadeiras” (500/510 ml) e outros tipos de embalagens, que as vezes não sofrem rinse. Há também o caso das águas importadas de outros Estados e que não tem comprovação de coisa alguma e ninguém liga para isso.
    Todos querem qualidade e, hoje, até os donos de fontes são obrigados a participarem de cursos de técnicas de industrialização de água mineral.Nas fontes a única coisa que é permitida é a filtração da água, sem ozonio e sem ultravioleta, mas se permite a venda de aparelhos com tais e quais elementos, além de haver muito refrigerante se passando por água mineral! O cloro faz mal para a saúde, mas o Governo utiliza para “proteger” a água que vende para milhões de pessoas.O Governo deveria financiar as fontes, para que adotem alta tecnologia, usando-se sistema bancário (BNDES). Há algum tempo, a Ministra Dilma iria adotar medidas para alterar a legislação, a fim de permitir que as lavras fossem dadas como garantia de empréstimos. Mas parece que esse assunto caiu no esquecimento depois que ela foi para o Planalto.

  3. Ricardo Wolflan 27 de julho de 2011

    Gostaria de saber como este orgão procede quando uma fonte de água mineral, por força da urbanização acelerada, passa de uma área rural (apropriada para a extração da água), para área urbanizada sem saneamneto, com potencial de contaminação, possivelmente não mais obedecendo aos princípios ideais à extraçõa de água mineral. Como consumidor e cidadão, agradeceria qualquer orientação.
    Ricardo Wolflan

  4. Daniel Pereira 8 de dezembro de 2011

    Prezados;

    A alguma regulamentação em relação ao armazenamento de galão d’água dentro das empresa.
    Eu compro 2 galões 20 L e enquanto consumo um deles o outro deve ser armazenado em algum lugar e de alguma forma.
    É sabido que deve ser limpo, seco e etc.
    Porém, gostaria de saber se há alguma Lei, Norma, Regulamentação, Resolução ou qualquer regra que diz a respeito…

    Poderiam ajudar?

  5. Lisete Massen 31 de janeiro de 2012

    Gostaria de saber qual o órgão me dirigir, sobre ter achado um bicho dentro do garrafão de água Fontes de Belém,claro que é um bicho pequeno mas a decepção foi grande, porque já tomamos quase toda a água e só depois vimos que o bicho tá grudado no garrafão. Muito obrigado.

  6. José Henrique 15 de fevereiro de 2012

    É dificil discutir um assunto tão polemico, deixo aqui meu ponto de vista. Acredito que existam empresas comprometidas com qualidade da água vendida e outras que simplesmente engarrafam a água visando o lucro. Trabalho na área de vendas e visitei um cliente que engarrafa água, fiquei estarrecido ao descobrir como é feita a classificação dos galões no momento de engarrafa a água, é no olhometro, o cara pega o garrafão na mão encosta no olho e diz este esta limpo, é so passar um aguinha. Como as empresas podem afirmar á qualidade se a forma de produção é inadequada, faz um teste, enche um caminhão de galão vai até qualquer fonte em águas de Lindoia e diz, eu quero comprar água, eles perguntam; trouxe os galões? Sim eu trouxe, eles pegam seus galões passa uma água e você espera eles encher, será que não deveriam fazer uma esterelização com pelo menos 100grausC? Bom é melhor para por aqui. Abraços

  7. Carla 5 de dezembro de 2014

    Como é que eu devo proceder, para saber que a agua que eu compro ta realmente dentro dos padrões legais. E em caso de alguma denuncia ou pedido de fiscalização da fonte como que eu faço, a quem procuro?
    Obrigada.

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