Proposta para o gerenciamento do lixo da UEL

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De acordo com a norma ABNT 10004:2004, resíduos sólidos são resíduos nos estados sólidos e semi-sólido, que resultam de atividade de origem industrial, doméstica, hospitalar, agrícola e de serviços de varrição. A norma inclui ainda, os lodos provenientes dos sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e controles de poluição. Inclui também determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável seu lançamento na rede pública de esgotos ou em mananciais, ou exijam para isso soluções técnicas e economicamente viáveis face a melhor tecnologia disponível. Os resíduos sólidos são popularmente conhecidos como “lixo”.

Fonte:http://www.conexaociencia.jex.com.br/reportagem+especial/proposta+para+o+gerenciamento+do+lixo+da+uel

Vazão de água encontrada no poço do Abatedouro de Aves da COCARI supera expectativas

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Este trabalho inicial para a implantação do empreendimento desperta atenção de toda a região. Como ressalta Trintinalha, profissionais da Sanepar, Instituto das Águas do Paraná, Mineropar e universidades acompanharam de perto todo o processo.

“A obra é muito importante para a Cocari e para toda a região, porque por meio desse trabalho será possível fazer uma leitura maior do que existe no nosso solo em relação à água”, relata o diretor executivo. O geólogo complementa dizendo que a obra “desperta interesse de toda a comunidade científica que trabalha com geologia, e é mais um importante dado para se conhecer o Aquífero (Guarani) e a geologia de nossa região.”

Fonte:

1.  http://www.cocari.com.br/container.php?recurso=informativoMateria.php&codigoMateria=60728966

Plano faz diagnóstico da situação ambiental no Campus

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O Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos (PGIRS) da UEL foi apresentado ontem, dia 30, à  Administração da UEL e a representantes do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMA), Promotoria do Meio Ambiente, Companhia Municipal de Urbanização, Conselho Municipal do Meio Ambiente, diretores de Centros de Estudos, de Órgãos Suplementares e de apoio da Universidade.

O PGIRS começou a ser elaborado no início de 2009, com a criação da Assessoria do Meio Ambiente da UEL, cuja proposta inicial foi a elaboração de um diagnóstico do manejo de resíduos no Campus Universitário. Isso foi feito através de levantamentos estatísticos viabilizados por meio de inventários realizados nos departamentos e outras divisões da Instituição, possibilitando o conhecimento dos tipos de resíduos gerados, a estrutura de recolhimento e a forma como o mesmo está sendo realizado através de dados quantitativos e qualitativos.

Para colocar em prática o Plano, elaborou-se o Manual de Gerenciamento de Resíduos composto por fichas que identificam a tipologia dos resíduos e seu manejo, ordenando ações de educação ambiental no Campus Universitário. No Manual, o Assessor Especial do Meio Ambiente descreve os diversos tipos de materiais que viram lixo que não é lixo, como papel, plástico, vidro, metal, resíduos – químicos, sólidos de serviços de saúde, radioativos e orgânicos, de construção civil, tecnológicos e biológicos -, madeira, embalagens de agrotóxicos, longa vida, pilhas e baterias, pneus, lâmpadas, óleos vegetais e lubrificantes e poda de árvores.

Fonte: Notícia Digital / UEL

Matriz de Impactos Ambientais – Uma nova aliada

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Resultado da parceria entre o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA-PR) e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), a nova Matriz de Impactos Ambientais já está disponível do site das duas instituições na Internet (www.crea-pr.org.br e www.iap.pr.gov.br). O lançamento foi realizado no último dia 15 de dezembro, na sede do CREA-PR, em Curitiba.

O documento passa a ser a principal referência para empreendedores e consultores na identificação de possíveis impactos positivos ou negativos ao meio ambiente, resultantes da implementação de novas atividades.

Saiba mais:

  1. http://www.crea-pr.org.br/crea3/html3_site/site_revista/mat06.html
  2. http://www.crea-pr.org.br/crea3/pub/visualizaConteudo.do?link=/crea3/html3_site/impactos_ambientais.html

Multinacionais investem em água mineral

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Fugindo da saturação de consumo dos mercados americano e europeu, Nestlé e Danone disputam o mercado brasileiro de água mineral.

A falta de hábito do brasileiro em consumir água mineral é, provavelmente, o principal motivo do interesse das empresas multinacionais em nosso país, que por meio de campanhas publicitárias tentam incentivar o consumo, como o apelo dos benefícios que a água pode trazer à saúde.

Fonte: http://www.guiamercadodeaguas.com.br/pag20.htm

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